Justiça bloqueia bens de Zé Oliveira em Várzea Nova; liminar proíbe construção em terreno vendido pela viúva Eliete, a Lia do Armarinho, pertencente ao Loteamento Ginásio de Esportes e Cascavel, no final da Rua Ângelo Brandão, adquirido por meio de recibo de compra e venda

Os bens do falecido Cleobaldo Figueredo de Oliveira, o lendário Zé Oliveira bloqueados por decisões da 3ª Vara de Jacobina (processos nº 8003500-26.2025.8.05.0137 e nº 8004931-61.2026.8.05.0137), a Justiça decretou um bloqueio implacável e geral de terras, fazendas e veículos, travou a transferência de IPTU na Prefeitura, suspendeu o gado na ADAB e mandou parar na marra a extração de cascalho pela empreiteira que constrói a BA que liga sede do município até o povoado de milagres, passando pelo mulungu, sob ameaça de multa pesada, a retirada de cascalho gerou um enorme buraco no meio da fazenda.
O PESADELO DOS COMPRADORES: Obras embargadas e dinheiro em perigo, Se a situação jurídica já é dramática para a viuva, o cenário virou um verdadeiro filme de terror para dezenas de adquirentes. A Justiça fechou o cerco contra a venda desenfreada de lotes e proibiu terminantemente quem comprou lotes por meio de simples recibos de compra e venda continue com qualquer obra ou construção.
O golpe mais duro atinge em cheio quem adquiriu terrenos comercializados de forma completamente irregular pela inventariante e viúva, Eliete Benigna de Oliveira — especialmente nas áreas quentes da Rua Ângelo Brandão e nos loteamentos Ginásio de Esportes e Cascavel.
Dor de cabeça monumental para quem agiu de boa-fé Enquanto a disputa pega fogo na Justiça por iniciativa da herdeira Tereza Cristina — que denunciou a ocultação de bens e a venda clandestina de lotes (como a Fazenda Cascavel declarada por meros R$ 3.887,93 enquanto lotes individuais vendidos por R$ 46.000,00) —, quem comprou esses espaços na confiança agora se vê em apuros. São dezenas de compradores de boa-fé que perderam o direito de levantar suas paredes e agora enfrentam uma dor de cabeça colossal.
Especialistas jurídicos alertam que esses cidadãos prejudicados não devem cruzar os braços: é fundamental buscar imediatamente a Justiça para cobrar seus direitos e responsabilizar diretamente a viúva por vender o que não podia, exigindo na marra indenizações ou a devolução corrigida de cada centavo investido no sonho que virou pesadelo!
Fonte: Pauta Bahia


